Beber café pode diminuir risco de diabetes após a gravidez

Beber café pode diminuir risco de diabetes após a gravidez

Estudo sugere que a bebida pode ser benéfica para mulheres que tiveram diabetes gestacional

Por Redação em 09/01/2023

Atualizado em 05/01/2023

Beber café pode diminuir risco de diabetes após a gravidez

Estudo sugere que a bebida pode ser benéfica para mulheres que tiveram diabetes gestacional

Beber café pode diminuir risco de diabetes após a gravidez

Por Redação em 09/01/2023

Atualizado em 05/01/2023

Diferentes estudos já sugeriram que o café ajuda a diminuir o risco de diabetes tipo 2. No entanto, como os cientistas nunca haviam investigado o consumo da bebida após a ocorrência de diabetes gestacional, pesquisadores do Centro Global para a Saúde da Mulher Asiática decidiram ir em busca de respostas.

A investigação concluiu, em síntese, que beber café regularmente ajuda a diminuir o risco de diabetes após a gravidez. Isso vale, primordialmente, para mulheres que tiveram diabetes gestacional.

Os dados estão na revista científica American Journal of Clinical Nutrition. E os resultados da pesquisa estão no portal Notícias ao Minuto.

Diabetes após a gravidez

A princípio, o estudo analisou as informações relativas a mais de quatro mil mulheres caucasianas que tinham, sobretudo, histórico de diabetes gestacional.

Depois, os cientistas analisaram os dados de consumo de café, a longo prazo, com o risco de diabetes tipo 2.

E, assim, eles concluíram que o consumo de cafeína após a gravidez tem efeitos benéficos e protetores. Já que, enfim, há uma associação inversa e linear com o risco de diabetes tipo 2.

Resultados

Isto significa, especialmente, que ao comparar as mulheres que bebiam café com as que não o faziam, os riscos eram menores para o primeiro grupo.

Como resultado, aquelas que tiveram diabetes gestacional e consumiam a bebida apresentaram redução de até 53% no risco de desenvolvimento da doença.

Desse modo, os cientistas concluíram que beber café em vez de bebidas com açúcares e adoçantes artificiais, como os refrigerantes, por exemplo, também reduz o risco da doença em até 17%.


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