
CNA lança Programa de Aterrissagem na China
Foram selecionadas para participar da iniciativa 15 empresas e cooperativas dos setores de mel e própolis, frutas e derivados, incluindo sucos, lácteos e cafés especiais
Atualizado em 06/10/2021
CNA lança Programa de Aterrissagem na China
Foram selecionadas para participar da iniciativa 15 empresas e cooperativas dos setores de mel e própolis, frutas e derivados, incluindo sucos, lácteos e cafés especiais

Por Redação em 07/10/2021
Atualizado em 06/10/2021
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Apex-Brasil e o escritório da Invest SP de Xangai, lançou o Programa de Aterrissagem na China.
A iniciativa vai levar produtos do Brasil diretamente ao consumidor chinês.
Assim, a inserção das pequenas e médias empresas na China, com o apoio local especializado, vai gerar, além de negócios, o fortalecimento da imagem do Brasil.
Programa de Aterrissagem na China
Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil e, atualmente, o País alcançou um superávit de US$ 33 bilhões.
Dessa forma, o projeto terá cinco fases. São elas: seleção, preparação, aceleração acompanhamento e a efetiva aterrissagem, que significa a presença na China.
Inicialmente, foram selecionadas para participar 15 empresas e cooperativas dos setores de cafés especiais, mel e própolis, frutas e derivados, incluindo sucos e lácteos.
Segundo a coordenadora de Promoção Comercial da CNA, Camila Sande, o Programa de Aterrissagem na China é uma estratégia inovadora e que vai mudar paradigmas na promoção comercial do Brasil. “Conduzir empresas e cooperativas a aprenderem e se adaptarem aos gostos chineses, às suas formas de consumo e às suas preferências alimentares será transformador na consolidação de uma nova pauta exportadora brasileira para o país.”, declara.
Para Gilberto de Moura, a presença da CNA e das empresas e cooperativas é essencial para que a diversificação de pauta aconteça. “O programa vai aumentar a competitividade das empresas que estão buscando a internacionalização e potencializar as suas capacidades na China”, disse.
Na internet
Por fim, outro ponto estratégico para diversificação de pauta é a presença das empresas de alimentos do Brasil no e-commerce.
Conforme dados do Consulado do Brasil em Xangai, mais de um bilhão de chineses têm acesso à internet hoje.
Desse total, mais de 800 milhões compram na internet e mais de 200 milhões adquirem produtos importados. Contudo, o Brasil ainda participa de forma tímida desse comércio, que representa cerca de 30% das compras em todo país.
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