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Estudo mostra que café faz bem ao coração

Pesquisa feita na Itália mostra que consumo de três xícaras de café por dia está associado a uma redução de 10 a 16% no risco de incidência de doenças cardíacas e mortalidade

Por Redação em 26/11/2021

Atualizado em 24/11/2021

Estudo mostra que café faz bem ao coração

Pesquisa feita na Itália mostra que consumo de três xícaras de café por dia está associado a uma redução de 10 a 16% no risco de incidência de doenças cardíacas e mortalidade

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Por Redação em 26/11/2021

Atualizado em 24/11/2021

Um estudo recente feito na Itália mostra que o café faz bem ao coração. Assim, a revisão científica aprofundada de pesquisas recentes por uma equipe da Universidade de Nápoles Federico II analisou como o consumo –de baixo a moderado– de café, de vinho e de queijo  afeta as doenças cardiovasculares, e as descobertas continuam a apoiar o consumo moderado.

Segundo reportagem do portal Adega, Gabriele Riccardi, professor de endocrinologia e doenças metabólicas, liderou a pesquisa.

A Sociedade Europeia de Cardiologia publicou a revisão. À princípio, analisou vários estudos sobre a associação entre grupos de alimentos e incidências de doenças cardiovasculares. Desta forma, Riccardi utilizou o banco de dados PubMed. Além de estudos como o ensaio em larga escala “Prevención con Dieta Mediterránea”, para coletar dados.

Embora a revisão nutricional cobrisse os benefícios e riscos do consumo de diferentes quantidades de carnes, ovos, peixes, nozes, legumes, cereais, chocolate etc…, os resultados com vinho, queijo e café mostraram mais notáveis.

Café faz bem ao coração

Por analogia, o pesquisador descobriu que o consumo de três xícaras de café por dia está associado a uma redução de 10% a 16% no risco de incidência de doenças cardíacas e mortalidade.

Porém, a análise dose-resposta indica que a associação protetora desaparece para um consumo superior a cinco xícaras por dia.

Por fim, a revisão mostrou que duas taças de vinho por dia estão associadas a uma redução de risco máximo de 32% de doenças cardiovasculares. Isso em comparação com pessoas que não bebem álcool, mas qualquer coisa maior do que isso aumenta o risco.


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