
Método permite mapeamento automatizado de áreas de café
Embrapa e Epamig avaliam metodologia que usa imagens de satélite para avaliação de áreas ocupadas com café
Atualizado em 13/09/2024
Método permite mapeamento automatizado de áreas de café
Embrapa e Epamig avaliam metodologia que usa imagens de satélite para avaliação de áreas ocupadas com café

Por Redação em 26/10/2021
Atualizado em 13/09/2024
A Embrapa Café, em parceria com a Epamig, avalia um método que permite o mapeamento automatizado de áreas de café.
Assim, o sistema o satélite Sentinel-2ª foi associado uma nova metodologia de análise de imagens. Com isso, é possível obter mapas de uso da terra com foco nas áreas ocupadas pela cafeicultura.
Dessa forma, os resultados mostram que essa é uma alternativa para agilizar e baratear o acompanhamento da dinâmica do uso da terra. Bem como verificar as trajetórias da ocupação da cafeicultura nas diferentes regiões produtoras do país.
O resultado apresentou alta proximidade entre os dados obtidos no monitoramento e a realidade, mesmo em regiões montanhosas.
“A cafeicultura é diversa e complexa, o que traz dificuldades específicas para a realização de mapeamentos precisos”, disse Helena Alves, pesquisadora da Embrapa Café.

Mapeamento automatizado
Ela explicou que o sensoriamento remoto e o processamento digital de imagens são importantes para o conhecimento da distribuição espacial da cafeicultura no ambiente e a quantificação das áreas de produção.
“Essas tecnologias permitem o mapeamento de grandes áreas, com a finalidade de fornecer subsídios para gerar inovações que proporcionem maior sustentabilidade à produção. A classificação visual, apesar de ser muito precisa, consome muito tempo; mão de obra; e recursos”, afirmou.
Conforme explicou Helena, mapeamentos baseados apenas em imagens de satélite se mostram menos precisos, havendo a necessidade da conferência em campo para um mapeamento de qualidade.
“Contudo, com os avanços recentes, surgem novas perspectivas para o mapeamento de áreas de café.”
Do estudo participaram municípios pertencentes às quatro macrorregiões produtoras de café de Minas Gerais: Sul de Minas; Cerrado de Minas; Matas de Minas; e Chapadas de Minas.
Acesse aqui a publicação.
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