
Pós-colheita exige ações para proteger a lavoura e garantir produtividade
Cooxupé orienta sobre pulverizações de qualidade, monitoramento climático e soluções personalizadas no período após a colheita do café
Atualizado em 22/08/2025
Pós-colheita exige ações para proteger a lavoura e garantir produtividade
Cooxupé orienta sobre pulverizações de qualidade, monitoramento climático e soluções personalizadas no período após a colheita do café

Por Redação em 08/09/2025
Atualizado em 22/08/2025
Primeiramente, após a colheita do café, o produtor precisa redobrar a atenção com a recuperação do cafeeiro. Conforme alertam os especialistas, esse momento exige cuidados pós-colheita, com foco em ações voltadas à nutrição, sanidade e controle de pragas e doenças.
Acima de tudo, a Cooxupé preparou um vídeo aos seus produtores associados para explicar sobre a importância deste assunto.
Pós-colheita
Segundo Rodrigo Albano, do Departamento Técnico da Cooxupé, mais de 60% da área da cooperativa já passou pela colheita. “Portanto, é hora de planejar o manejo pós-colheita e iniciar a preparação para a florada”, relata. Ademais, ele destaca que o processo de colheita gera estresse nas plantas e abre portas para doenças e infestações.
Por sua vez, Felipe Ruela, da Syngenta, alerta para o clima mais úmido registrado neste ano, com temperaturas mais baixas em maio e junho. Essas condições favorecem o surgimento de doenças como phoma e ferrugem, além do aumento da incidência de bicho-mineiro em regiões mais quentes. Desse modo, o manejo químico adequado é indispensável.
Drone
Contudo, um dos maiores desafios nesse momento é o operacional. Todavia, o drone surge como alternativa eficiente. De acordo com Jéssica Elaine Silva, também da Cooxupé, o uso dessa tecnologia tem crescido entre os cooperados, principalmente quando o número de funcionários e equipamentos está voltado à colheita.
“São aplicações que, antes dessa ferramenta ser utilizada pelos produtores, eram muito difíceis de fazer e acabavam sendo deixadas de lado devido à logística das propriedades. Então, hoje, o drone, com sua eficiência operacional e eficácia na aplicação, tornou-se uma opção muito viável para os nossos cooperados”, afirma.
No entanto, o uso do drone exige atenção técnica da aplicação. “É essencial ajustar os parâmetros de voo e respeitar as condições ideais de umidade e vento. O operador precisa estar capacitado para garantir uma aplicação eficaz e segura”, explica Jéssica.
Pulverização com qualidade
Por fim, Rodrigo Albano reforça que, independentemente do método, trator ou drone, o importante é realizar a pulverização com qualidade. Ele destaca fatores como o uso correto do Delta T, a atenção às misturas no tanque e à sequência de preparo da calda. “Qualquer erro nesse momento pode comprometer o rendimento da próxima safra”, conta.
Além disso, a Cooxupé disponibiliza a linha Kafé, com formulações específicas para o período de pós-colheita e pré-florada. As soluções atendem tanto o Sul de Minas quanto o Cerrado, com apoio técnico e uma linha completa de bicos para pulverizações tratorizadas.
“Orientamos o cooperado a procurar a unidade mais próxima ou o técnico responsável e realize as aplicações corretamente. Portanto, os cuidados pós-colheita fazem toda a diferença para o sucesso da safra seguinte”, conclui Rodrigo.
Assine nossa Newsletter
Cadastre-se gratuitamente e receba nossa newsletter para ficar por dentro das novidades do mercado de café.
Continue lendo

Café reduz risco de doenças do fígado, aponta estudo

Brasil exporta 3,9 mi de sacas de café em setembro, alta de 3% ante 2025

Broca-do-café exige monitoramento e manejo desde a etapa pós-colheita


