
Café pode ajudar a controlar a pressão alta, afirma estudo
Pesquisa feita em Bolonha, na Itália, relaciona efeitos positivos do café à redução da pressão e problemas cardiovasculares
Atualizado em 10/10/2023
Café pode ajudar a controlar a pressão alta, afirma estudo
Pesquisa feita em Bolonha, na Itália, relaciona efeitos positivos do café à redução da pressão e problemas cardiovasculares

Por Redação em 10/04/2023
Atualizado em 10/10/2023
O café pode ajudar no controle da pressão alta. A informação consta em um estudo realizado na Itália, que foi divulgado na revista científica Nutrients. E, na sequência, em importantes periódicos, dentre os quais a revista Veja.
Pressão alta
De acordo com o estudo, as pessoas que bebem de duas a três xícaras de café por dia costumam ter pressão mais baixa. Isso em relação àquelas que consomem apenas uma xícara ou, então, não incluem a bebida no dia a dia.
Esse benefício se aplica tanto em relação à pressão aórtica periférica como em relação à pressão central (mais perto do coração).
A conclusão, pois, está em uma pesquisa publicada na Nutrients, trazida pela revista Veja. Sendo que, a princípio, o estudo foi feito em Bolonha, na Itália.
Os cientistas, no entanto, ressaltam que ainda não é possível afirmar categoricamente se existe relação direta entre a pressão e os efeitos da cafeína.
Isso porque Arrigo Cícero, um dos autores do estudo, lembra que a composição do café conta com inúmeros componentes.
“Efeitos positivos já foram registrados mesmo em quem toma café descafeinado”, afirma.
Avaliação
Para a avaliação, os cientistas analisaram uma amostra de 720 homens e 783 mulheres. E a Brisighella Heart Study, ligada à Universidade de Bolonha foi responsável pelo estudo.
Cícero acrescenta que novas avaliações são necessárias. Contudo, a redução dos problemas cardiovasculares é evidente.
“Os resultados são muito claros: a pressão arterial periférica foi significativamente menor em indivíduos que consumiam de uma a três xícaras de café por dia do que naqueles que não tomavam café”, explica.
E continua: “E, pela primeira vez, também pudemos confirmar esses efeitos em relação à pressão aórtica central, aquela próxima ao coração. Onde observamos um fenômeno quase idêntico para consumidores habituais de café”, conclui.
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